quarta-feira, 9 de abril de 2008

Silvia, minha mãe, em várias fases

Hoje seria seu aniversário, logo cêdo, assim que chegasse ao escritório eu ligaria para ela. Ia cantar "Parabéns a você", depois combinaríamos um almoço lá em casa, pra comemorar o aniversário dela e o de Aurélia que será amanhã.

Ainda lembro quando tiramos esta foto, em Itamaracá. Ela passou praticamente o dia inteiro dentro do mar. "Istibungando" como dizia.

O nome dela não era Silvia. Foi batizada Severina e logo chamada de Silvia pela madrinha. Foi "puxada" por um pé, na ocasião do nascimento o que causou uma deficiência que lhe acompanhou toda a vida.








Nunca, em todos esses anos de convivência, que nem sempre foram harmoniosos eu, por um momento, pensei que um dia ela ia morrer. Houve tempos em que pensei que meus pais fossem morar em Catende, ou eu mesma pudesse ir para um outro lugar, mas nunca que seríamos separadas assim. Sinto falta de vê-la sentada na cadeira de balanço sempre que ia visitá-los.
Te amo Mãe. Felíz Aniversário!

2 comentários:

Tathy Tricot disse...

Oi amiga, vim agradecer a visita... e dizer que estou muito feliz em ter mais um na familia...
Mas tb entendo a tristeza da morte, é uma perda irreparável, por mais que tenhamos esperança...
Sua mãe era linda, e o que fica de bom em você é tudo que vc fez por ela, quantas alegrias você deu pra ela, é o senso de cumprido, e não de que deveria ter feito e não fez.
A gente tem a achar que pais é para sempre...mesmo
Amiga, um super beijo pra vc, e a Aurélia é linda!!!
beijocas, Tathy

Sônia Maria disse...

Oi, Rita!
Eu sinto muito!
Mãe é muito especial.
Agradeça a Deus por você ter tido uma e ter tido a oportunidade de amá-la e de ser amada também. Quantas pessoas passam pela vida sem conhecer o amor de uma mãe? São muitas.... Você teve sua mãe por muitos anos, e por isso deve agradecer a Deus.
Eu ainda tenho os meus pais, só que distantes de mim 320 km. Eu os vejo muito menos do que gostaria. Sai de casa para estudar fora com 15 anos e dai pra cá minha convivência com eles é de alguns finais de semanas por ano. Se somar os dias de convivência, são muito poucos. Mas fazer o que?
É a vida! Tem dias que choro de saudades.
Peço a Deus para te dar forças para superar esse período difícil de sua vida.
Tenha a certeza de que vai passar.
Não há mal que sempre dure e nem bem que nunca se acabe.
Abraços com carinho,
Sônia Maria